POLÍTICA

Humberto Costa \'alfineta\' oposição durante visita a Petrolina

Roseane Albuquerque
Roseane Albuquerque
Publicado em 19/06/2010 às 7:53
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“Não só acredito como tenho certeza de que vão entrar os dois candidatos da chapa de Eduardo Campos. Porque a nossa força está na unidade: temos Lula altamente bem avaliado em Pernambuco, o governador forte em termo de reconhecimento do seu trabalho, tanto Amando Monteiro (PTB) como eu, temos história no Estado, com trabalhos prestados. Vamos ganhar as duas vagas ao Senado”. Esta foi a análise feita pelo pré-candidato ao Senado pelo PT pernambucano Humberto Costa, nesta sexta-feira (18), durante visita a Petrolina, Sertão do Estado.

O ex-secretário estadual das Cidades esteve na cidade sertaneja para cumprir uma extensa agenda de visitas a instituições, além de receber  o título de cidadão petrolinense.

Pronto para mais uma disputa eleitoral, o petista acredita que a chapa governista deverá ter um bom resultados nas urnas, em Outubro, na região do sertão do São Francisco.

Particularmente, sempre tive boas votações aqui e as perspectivas são as melhores possíveis para este ano. Ao longo desses dias, vamos sentar com o governador Eduardo Campos, com Armando Monteiro, para pensar como vamos trabalhar esta área que é prioritária para nós”, enfatiza.

Para Humberto Costa, a indefinição na composição da chapa de oposição se deve ao fato de que poucos acreditam na vitória de Jarbas Vasconcelos (PMDB).

“A dificuldade que eles têm hoje é pelo fato de que praticamente ninguém acredita que Jarbas  possa vencer as eleições e levar, assim, os seus candidatos ao Senado. Na verdade o que se  identifica é uma dificuldade da oposição de conseguir passar a idéia de que tem candidaturas viáveis, principalmente para o Estado. É evidente o favoritismo de Eduardo Campos, não apenas pelo fato de estar à frente do governo, mas do que foi construído ao longo desses três últimos anos e que dão um diferencial com relação ao governo passado”, alfinetou.

O petista acredita que o mesmo acontece em nível nacional. “Quando José Serra (PSDB) saiu do governo, quando aparecia bem nas pesquisas, não faltavam pessoas interessadas em disputar a eleição na condição de vice dele. Mas nesse momento em que o jogo está equilibrado e com a perspectiva de que Dilma Roussef (PT) possa crescer e ganhar, então a relação de candidatos que queiram entrar na briga cai bastante”, pontuou Humberto Costa.

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