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Seminário discute desenvolvimento e mudanças climáticas da Zona da Mata

Do JC Online
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Publicado em 25/10/2010 às 13:01
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Nesta terça-feira (26), os problemas e catástrofes ambientais que têm marcado a vida da população da Zona da Mata de Pernambuco serão debatidos no seminário Desenvolvimento e Mudanças Climáticas na Zona da Mata de Pernambuco.

O evento será realizado a partir das 9h, no auditório da CNBB, no Recife. A atividade contará com a presença de organizações governamentais e não governamentais, movimentos sociais, universidades e agricultores e agricultoras de municípios da Zona da Mata Sul de Pernambuco.

O seminário será mais uma oportunidade de discutir os impactos no meio ambiente sofridos pela região, as estratégias de fortalecimento da agricultura familiar agroecológica e o modelo de desenvolvimento que vem sendo adotado na Zona da Mata.

O encontro também pretende apontar referenciais e estratégias que devem orientar as ações públicas para o desenvolvimento sustentável da região e do estado de Pernambuco.

Na ocasião, serão discutidos ainda o modelo de Desenvolvimento da Zona da Mata e as Mudanças Climáticas, por Evanildo Barbosa, da FASE Nacional; o Contínuo urbano-rural e implicações para o projeto de desenvolvimento, por Aldo Santos, do Centro Sabiá; e O Urbano e o Rural: Continuidades e descontinuidades na Zona da Mata, pelo professor Jan Bitoun, pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

No seminário também serão apresentados os resultados do estudo sobre os impactos do Programa de Assistência Técnica, Social e Ambiental à Reforma Agrária (ATES) em cinco assentamentos rurais da Zona da Mata de Pernambuco. O estudo foi realizado pelo Centro Sabiá e pela Fase Pernambuco, entre anos de 2009 e 2010, nos municípios de Ribeirão, Rio Formoso, Tracunhaém, Pombos e Palmares.

O estudo analisou o impacto do programa de ATES no desenvolvimento sustentável dos assentamentos, na adoção de práticas agroecológicas de produção, na preservação da biodiversidade e sua contribuição para a garantia das Áreas de Preservação Permanente – APP’s e de Reserva Legal.

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