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Eduardo Campos vai ao Sertão e explica situação de obras da PE 320

Luiz Carlos Fernandes
Luiz Carlos Fernandes
Publicado em 04/04/2011 às 14:31
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A situação das estradas que cortam o Sertão do Pajeú foi, indiscutivelmente, o assunto mais debatido no encontro “Todos por Pernambuco”, realizado no final de semana. O governador do Estado, Eduardo Campos (PSB), teve que responder uma série de perguntas sobre o tema, na coletiva de imprensa realizada na manhã desse sábado (2), em Carnaíba.

Dentre as respostas dadas à imprensa, o gestor afirmou que a Secretaria de Transportes fez 300 quilômetros de estradas novas no Sertão e 200 refeitos. Em relação ao trecho de 130 quilômetros da PE 320, que está sendo recapeado, ele disse que considera uma obra de restauro. A mesma está orçada em R$ 50 milhões.

O Governador prometeu também melhorar acessos a Ingazeira e Quixaba, Afogados a Sertânia (este município ligando Brejinho) e entre Floresta e Serra Talhada. Além da estrada da Comunidade do Distrito de Fátima, em Flores.

Questionado sobre a má conservação das estradas estaduais, Eduardo Campos explicou que as regionais do DER faziam a manutenção, mas foi perdendo pessoal devido a aposentadoria, ficando sob responsabilidade de empresas terceirizadas.

“Estamos mudando o modo de fazer a manutenção das estradas, no sentido de ser um acompanhamento mais permanente, autorizei a contratação de engenheiros para fazer a manutenção. A idade útil é de dez a 15 anos, elas estavam aí há 30 anos para serem recuperadas. Além disso, aumentou a quantidade de caminhões transportando mercadorias, tem áreas que o s caminhões carregam pedras enormes das obras federais”, garantiu.

Sobre a paralisarão do recapeamento da PE 320 por falta de pagamento do governo do estado, Campos se defendeu, dizendo que na verdade o Estado não tem nada atrasado.  “O estado pagava mas a empresa não tinha acesso ao recurso na boca do caixa. Nós temos o dinheiro reservado, parte dos R$ 52 milhões é do Estado e outra é um empréstimo do BNDES, para compensar as quedas do FME”, retrucou.

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