Caruaru

Internos feridos em rebelião não correm risco de morte, diz Funase

Núcleo SJCC/Caruaru
Núcleo SJCC/Caruaru
Publicado em 28/05/2015 às 9:39
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Internos atearam fogo a colchões, segundo a Polícia Militar.
Foto: Divulgação.
Os 15 internos feridos durante uma rebelião na Fundação de Atendimento Socioeducativo (Funase) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, não correm risco de morte, de acordo com assessoria de imprensa da instituição. Dos feridos, apenas nove permanecem internados em unidades de saúde da cidade, que não tiveram os nomes divulgados.

De acordo com o comissário da Polícia Civil, Carlos Henrique, a rebelião teria sido uma represália as mortes ocorridas durante um tumulto em abril. Os internos das casas conseguiram serrar as grades e arrombar as portas. Eles subiram para o módulo I e queriam matar os envolvidos nas mortes das outras rebeliões. Estes internos são os responsáveis pelas mortes que ocorreram, tanto a decapitação, quanto a carbonização do outro menor, explica.

Ainda segudo o comissário, os reeducandos da casa 5, todos maiores de idade, não teriam participado diretamente da rebelião. A gente apurou que eles não saíram de dentro das celas, mas teriam comandado o tumulto. Existe uma rixa entre os internos dos módulos e os reeducandos das casas. Vamos apurar como entraram as armas que foram utilizadas, conta.

A rebelião terminou com dois internos mortos. Eles foram identificados na manhã desta quinta-feira (28) e tiveram os nomes divulgados pela Funase. Maurício Manoel Filho, de 17 anos, que era de Santa Cruz do Capibaribe, teve a cabeça decapitada. Já Taumir Silva Cavalcante, de 16 anos, natural de Caruaru, teve o corpo carbonizado. 

 

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