Sem solução

Petrolina: polícia divulga detalhes sobre caso Beatriz nesta quinta

Ana Maria Santiago de Miranda
Ana Maria Santiago de Miranda
Publicado em 08/09/2016 às 8:00
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Beatriz Mota, 7 anos, foi assassinada a facadas dentro de colégio particular de Petrolina
Foto: reprodução/Facebook
O delegado Marceone Ferreira, responsável pelas investigações do caso do assassinato da menina Beatriz, em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, apresenta avanços da investigação nesta quinta-feira (8), às 14h30.

De acordo com a Polícia Civil, serão apresentados detalhes da perícia e imagens ainda não divulgadas sobre o caso, que já completa nove meses e segue sem solução.

Beatriz Angélica Mota, 7 anos, foi assassinada na noite de 10 de dezembro de 2015, dentro do colégio particular Nossa Senhora Auxiliadora, durante uma festividade de formatura da irmã mais velha dela.

A criança se afastou de onde a festa era realizada, na quadra, para beber água e não voltou mais. O pai da menina, que trabalha como professor de inglês no colégio, chegou a subir no palco em que aconteciam apresentações para pedir que os convidados ajudassem a localizar Beatriz.

Minutos mais tarde, o corpo dela foi encontrado numa sala de material esportivo desativada, com 42 perfurações de faca.

Protesto

Família e amigos de Beatriz fazem um protesto nesta sexta-feira (9) pedindo celeridade nas investigações. A manifestação está marcada para as 7h, com saída do monumento da integração até a Delegacia de Homicídios de Petrolina e em seguida ao Fórum.

Os organizadores do ato pedem ainda a saída do delegado Marceone Ferreira. Eles querem saber porque ainda não houve prisões no caso. A polícia não se pronunciou sobre o ato.

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