Polícia

Suspeita de mandar matar esposa de vereador eleito de Tabira é presa

Ana Maria Santiago de Miranda
Ana Maria Santiago de Miranda
Publicado em 02/11/2016 às 9:40
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Suspeito de ser o executor do crime foi preso na terça-feira em Solidão, também no Sertão
Foto: Blog do Finfa
Uma fisioterapeuta foi detida nessa terça-feira (1º) suspeita de ser a mandante do assassinato da esposa do odontólogo e vereador eleito de Tabira Marcílio Pires (PDT), no Sertão de Pernambuco.

De acordo com a Polícia Civil, a suspeita de 44 anos é ex-esposa do odontólogo. Até o momento, as investigações apontam para crime passional. Ela nega as acusações, apesar das provas recolhidas pela polícia.

O suspeito de ser o executor do crime, um agricultor de 58 anos, também foi preso na terça e confessou o crime. A informação é de que o homem teria recebido R$ 1 mil para cometer o crime.

Ambos foram autuados em flagrante por homicídio duplamente qualificado - por motivo torpe e traição com concurso de pessoas. Eles serão apresentados em audiência de custódia nesta quarta-feira (2). O delegado titular de Tabira, Thiago Souza, é o responsável pelas investigações e tem 10 dias para concluir o inquérito.

Morta na frente de casa

A esposa do vereador eleito Marcílio Pires, Érica da Silva Souza Leite, 30 anos, conhecida como Paulinha, foi morta a facadas na manhã de terça-feira (1º) na frente da casa dela, pouco depois de ter voltado da academia.

Paulinha, 30 anos, foi morta na frente de casa
Foto: Blog do Finfa
A vítima estava na residência, no centro do município, quando um homem tocou a campainha. Quando a mulher saiu para atender, foi atacada pelo suspeito, que desferiu um golpe de faca no pescoço dela. Érica chegou a ser levada para o hospital local, mas não resistiu e faleceu.

O suspeito de ser o executor, um agricultor de 58 anos, foi preso horas depois no município de Solidão, também no Sertão de Pernambuco. A polícia apreendeu com ele uma faca, que teria sido utilizada para cometer o crime. Na carteira dele, foi encontrado um número de telefone, que pertencia à suspeita. Os dígitos teriam sido alterados para disfarçar o contato verdadeiro.

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