Julgamento

Condenado pela morte de Marcolino Jr, Rafael achou resultado absurdo

Ana Maria Santiago de Miranda
Ana Maria Santiago de Miranda
Publicado em 22/06/2017 às 7:54
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Rafael Leite concedeu entrevista à TV Jornal Interior
Foto: reprodução/TV Jornal

Condenado a 30 anos e cinco meses de prisão pela morte do colunista social e jornalista Marcolino Júnior, Rafael Leite da Silva achou o julgamento "absurdo". Realizado durante todo o dia dessa quarta-feira (21) no Fórum Juiz Demóstenes Batista Veras, o júri teve a participação de três testemunhas de acusação e uma de defesa. "Não tinham provas suficientes para me condenar", afirmou. A defesa de Rafael vai recorrer da decisão.

Confira a entrevista, exibida no "TV Jornal Manhã", da TV Jornal Interior:

Rafael Leite foi julgado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, furto e ocultação de cadáver. Ele deve cumprir a pena na Penitenciária Juiz Plácido de Souza (PJPS), onde já está preso desde abril do ano passado, quando foi encontrado tentando vender o carro de Marcolino.

Durante o júri, quatro testemunhas foram ouvidas; o delegado Márcio Cruz, dois peritos e um ex-funcionário do motel onde Marcolino foi morto. Rafael foi interrogado e a promotoria e defesa fizeram os debates orais. O julgamento foi presidido pela juíza Priscila Vasconcelos.

Inquérito policial

De acordo com o inquérito da Polícia Civil, presidido pelo delegado Márcio Cruz, Rafael dopou Marcolino, aplicou um golpe de jiu-jitsu no jornalista e o matou a facadas dentro de um motel de Caruaru. Em seguida, colocou o corpo do jornalista dentro da mala do veículo de Marcolino e deixou o cadáver em uma área rural do distrito de Insurreição, em Sairé, também no Agreste.

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