CÂNCER

Menino luta contra câncer para ver irmã nascer e morre dias depois

Giliard
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Publicado em 18/01/2019 às 12:24
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Depois que a menina nasceu, Bailey ainda conseguiu dar banho, trocar roupas e dar carinho a menina, mas depois de algumas semanas, faleceu
Foto: Getty Images / Minha Vida

O amor é um agente transformador. Capaz de suportar até diagnósticos médicos. Bailey Cooper, um garoto de nove anos de idade, foi diagnosticado com câncer pela segunda vez em 2016. Nesse mesmo tempo, sua mãe descobriu que estava grávida e a novidade alegrou o menino, mas, meses depois, o estado dele foi dado como terminal.

Em agosto de 2017 os médicos deram alguns dias ou semanas de vida a Bailey Cooper e sua única preocupação era a vontade de conhecer a irmã. Lee Cooper, pai do menino, conta que foram honestos com Bailey e ele foi absorvendo a notícia, mas pensando eu não vou conhecer a minha irmã, disse em entrevista a Revista People.

Bailey amou a irmã o quanto pôde

O garotinho iniciou um tratamento e, apesar das dificuldades, disse à família que iria lutar o quanto conseguisse para conhecer Millie, sua irmãzinha. O carinho de Bailey era tanto, que adorava colocar a cabeça na barriga da mãe para conversar e ouvir os chutes da irmã. Além de também ser o responsável por escolher o nome da pequena.

No dia 30 de novembro de 2017, sua irmã nasceu e Bailey conseguiu estar vivo para presenciar o momento. Ele cuidou o quanto pôde da menina, depois do nascimento ele deu banho, trocou as roupas e cantou todos os dias para a menina, até fisicamente não conseguir mais.

O adeus de Bailey

Algumas semanas depois de realizar o sonho de conhecer a irmã Millie, no dia 24 de dezembro de 2017, Bailey estava no hospital em estado crítico, com muita dificuldade para respirar. Durante todo o tempo de internação, a família do garoto esteve presente, tocando suas músicas favoritas e garantindo que ele não se sentisse sozinho.

Foi nesse dia que os pais de Bailey sentiram que era o último dia em que o menino resistiria. Eles sentaram na cama ao lado do menino e sussurraram em seu ouvido: Está tudo bem, nós te amamos muito. Você pode ir embora agora. É hora de ir, relembra o pai. Foi nesse instante que o pequeno derramou uma última lágrima e faleceu.

Hoje, os pais contam que Millie ouve falar todos os dias de Bailey e ajuda a família a lidar com a saudade. Dentro de casa existem vários porta-retratos com fotos do menino espalhados e toda vez que mencionamos o nome dele, ela aponta para as fotos. Ela já sabe quem ele é. O rosto dela se ilumina toda vez que vê uma foto dele nos nossos telefones. Nós mostramos vídeos a ela, não há jeito de que ela não vá saber quem ele é, conta Lee Cooper.

Via Blog O Viral

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