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Veja como identificar se uma blitz é verdadeira

Giliard
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Publicado em 22/01/2019 às 15:53
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A Secretaria de Saúde, o Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE) e a Polícia Militar realizam em conjunto a Operação Lei Seca
Foto: Ilustrativa: Miva Filho/SES

No último sábado (19), sete policiais militares foram presos suspeitos de montarem blitzes falsas no Litoral Sul de Pernambuco. Os PMs paravam entre 10 e 15 carros, em média, por noite, e simulavam a Operação Lei Seca. Em Pernambuco, a Secretaria Estadual de Saúde (SES), o Departamento Estadual de Trânsito de Pernambuco (Detran-PE) e a Polícia Militar (PM) realizam, em conjunto, a Operação Lei Seca. Já as fiscalizações nas rodovias pernambucanas ficam sob o comando da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Você sabe como identificar se uma blitz é verdadeira?

Lei Seca

Segundo a SES, os condutores dos veículos devem ficar atentos às informações e à abordagem dos PMs. Funcionários da secretaria trabalham sempre em conjunto com o Detran e com os PMs, nenhum deve operar sozinho, em vans informatizadas com o emblema da operação. Um guincho sempre estará no local da blitz. Na operação, os PMs abordam primeiro e, em seguida, funcionários do Detran fazem o teste do bafómetro e fazem a verificação do veículo. Por fim, os fiscais da saúde digitalizam as informações.

BRs

Já nas rodovias federais de Pernambuco, na hora em que o motorista for parado pela PRF, deverá ficar atento à identificação das viaturas, que devem ter o nome ou a sigla da instituição. As blitzes podem abranger a fiscalização aos veículos e dos condutores, além de ações de combate ao crime.

No caso das multas, a PRF pode autuar em rodovias federais (BRs) e o BPRv nas rodovias estaduais (PEs). A Polícia Rodoviária também pode fazer o combate à alcoolemia através do uso do etilômetro (conhecido popularmente como bafômetro).

Fiscalização

Só ano passado, mais de 440 mil pessoas foram paradas em alguma blitz no Estado de Pernambuco, um aumento de 75,6%, em comparação com 2012, quando foram 251 mil abordagens. Em 2018, com o aumento das abordagens, também houve uma diminuição do número de condutores autuados por dirigir alcoolizados.

Os registros indicam que foram quatro mil motoristas que apresentaram um índice alcoólico no teste do bafômetro, o que representa 0,97% das notificações. A menor taxa, desde o início da operação, em dezembro de 2011, foi a registrada no ano passado. Também vale ressaltar que, no período houve a redução de 53,8% no número de condutores que se recusaram a fazer o teste do bafômetro.

Via JC Online

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