Estrutura

Muro do cemitério de Cupira apresenta rachaduras e infiltrações

Em alguns trechos, ele parece inclinado

Ana Maria Santiago de Miranda
Ana Maria Santiago de Miranda
Publicado em 02/09/2019 às 17:19
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Reprodução/TV Jornal Interior
FOTO: Reprodução/TV Jornal Interior
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A estrutura do muro do cemitério São João Batista, conhecido como Cemitério Velho, em Cupira, no Agreste de Pernambuco, está preocupando os moradores da área. O muro está com rachaduras e infiltrações. Em alguns trechos, ele parece inclinado e na lateral, a base está comprometida. Quando chove, a água que fica acumulada no cemitério passa por baixo do muro e vai em direção às residências.

"É muito baixo e se pudesse botar mais iluminação, porque à noite aqui é muito escuro", comenta a dona de casa Zenilda Minervina, apresentando outros problemas. De acordo com ela, às 18h todos trancam as portas, com medo. Também dona de casa, Clemilda da Silva teme que alguém saia ferido: "Pode cair, machucar alguém"

A água acumulada traz ainda outra preocupação: a proliferação do mosquito Aedes aegypti, causador da dengue. Segundo os moradores, já foi registrado um caso de dengue hemorrágica em uma criança que mora na mesma rua do cemitério. "A gente está tudo preocupado, com medo, querendo que o prefeito faça alguma coisa. Eu tenho uma menina de três anos e estou preocupada com a situação", disse a autônoma Jéssica Amorim.

Através de nota, a Prefeitura de Cupira, informou que no cemitério São João Batista não há vazamento de chorume nas dependências do prédio ou fora dele. Já em relação aos muros, a Secretaria Municipal de Infraestrutura disse que há pequenas fissuras, que serão corrigidas para uma maior qualidade na estrutura do prédio, assim que as chuvas pararem no município. Ainda segundo a prefeitura, uma equipe está escalada para fazer a manutenção do cemitério.

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