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Mãe de Beatriz faz campanha para arrecadar fundos para continuar investigação particular

Campanha foi lançada nessa quinta (24) e pretende arrecadar R$ 75 mil

A menina Beatriz Angélica Mota foi assassinada com 42 facadas em dezembro de 2015
Beatriz Angélica Mota foi morta com 42 facadas em dezembro de 2015 (Reprodução/ Facebook)

Lucinha Mota, mãe de Beatriz Mota, menina que foi morta dentro do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora em 2015 em Petrolina, no Sertão do estado, lançou nessa quinta-feira (24) uma campanha na internet para arrecadar fundos para poder continuar investigações particulares do caso.

“Não me deram a oportunidade de lutar pela vida de minha filha, mas eu lutarei por um inquérito justo, Beatriz não será só um número nas estatísticas da violência, enquanto vida eu tiver lutarei por justiça”, disse Lucinha, em divulgação da campanha nas rede sociais.
A campanha foi denominada ‘Investigação Caso Beatriz’ e lançada no site “Vakinha Virtual”. Ela está aberta e se encerra no dia 24 de novembro. A família da menina pretende arrecadar R$ 75 mil.

Em entrevista ao blog do Waldiney Passos, parceiro do portal NE10 Interior, Sandro Romilton, pai de Beatriz, disse que a investigação demanda muitos custos: “Esse tipo de trabalho é muito custoso, envolve muita gente e equipamentos, coisas que nunca imaginei".

Relembre o Caso Beatriz

Beatriz Mota foi morta aos sete anos de idade com 42 facadas no dia 10 de dezembro de 2015, dentro de uma sala desativada no colégio particular em que estudava. A festa de formatura da irmã mais velha da criança era realizada na instituição de ensino e havia várias pessoas no colégio. Em um dado momento, a menina se afastou dos pais para beber água e não voltou mais. O corpo foi encontrado cerca de 30 minutos depois.

Alisson Henrique foi considerado suspeito de apagar as imagens das câmeras de segurança da escola que mostravam o suposto autor do homicídio. A defesa dele citou que a polícia "usou Alisson como bode expiatório para poupar um erro" e que o HD com imagens do circuito do colégio "foi apagado pela polícia por um sistema incompatível".