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Moradores do Residencial Alto do Moura realizam protesto em Caruaru

Pessoas reivindicam água e dizem estar cerca de 20 dias sem abastecimento

Protesto de moradores nas proximidades do residencial Alto do Moura
Protesto de moradores nas proximidades do residencial Alto do Moura (Jefferson Nascimento/TV Jornal Interior)

Os moradores do Residencial Alto do Moura, que fica próximo à BR-232, em Caruaru, no Agreste pernambucano, estão realizando um protesto na manhã desta segunda-feira (11) para pedir que a água chegue ao local.

Os moradores reivindicam água e dizem estar cerca de 20 dias sem água nas torneiras. "É nosso terceiro protesto. Os dois últimos houve a promessa de que seria regularizada (a questão da água) e nada. Hoje nós estamos com 20 dias de promessa e nada de água. A necessidade do povo é água", conta o morador Clebson Guedes.

Outro morador reclama que a água é liberada quando falta poucos dias para faltar novamente e isso prejudica o abastecimento: " São cinco dias de água, quando eles liberam água para cá está faltando dois dias. As bombas não aguentam, queimam, e não há como abastecer. É um tumulto muito grande".

Os moradores explicam que a situação está complicada para as necessidade básicas, como lavar roupa. O morador Clebson Guedes diz que eles aguardam o Ministério Público para resolver a situação. "A necessidade é muito grande. Dessa vez nós vamos ficar até a presença do Ministério Público, porque existem muitos protocolos solicitados que não foram resolvidos. Nós já estamos com um advogado a caminho".

Moradores do Residencial Alto do Moura realizam protesto em Caruaru

  • 11/11/2019 15:45
Os moradores do Residencial Alto do Moura, que fica próximo à BR-232, em Caruaru, no Agreste pernambucano, realizaram um protesto na manhã desta segunda-feira (11) para pedir que a água chegue ao local. 2 minutos e 49 segundos

Através de nota, a Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) informou que o Residencial Alto do Moura está sendo abastecido desde o último sábado (9) e segue recebendo água até o dia 14 de novembro, de acordo com o calendário. A companhia informa que equipes técnicas estão na localidade para verificar se existe algum problema pontual em algum dos blocos do residencial. 

A Compesa disse ainda que irá se reunir com representantes da comunidade para verificar quais as queixas e quais delas são de responsabilidade dela para que sejam adotadas as medidas cabíveis.