Destra

Agentes de trânsito e guardas municipais discutem plano de cargos e carreiras

Uma parada de advertência está sendo programada por eles

Pedro Hierro
Pedro Hierro
Publicado em 19/12/2019 às 16:26
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Reprodução/TV Jornal Interior
FOTO: Reprodução/TV Jornal Interior
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Na manhã desta quinta-feira (19), cerca de 30 agentes de trânsito e guardas municipais da Autarquia Municipal de Defesa Social, Trânsito e Transportes (Destra) se reuniram em assembleia na sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Caruaru (Sismuc). Eles discutiram a necessidade de atualização do plano de cargos e carreiras e outros pontos junto com a diretoria do sindicato.

Na próxima semana, os agentes de trânsito e guardas municipais vão fazer uma caminhada do Sismuc até a Prefeitura para tentar conversar com a prefeita Raquel Lyra sobre esta situação e uma parada de advertência está sendo programada.   

O presidente do Sismuc, Eduardo Mendonça, comenta sobre as reivindicações. “São várias coisas que vem afligindo nossos companheiros da Destra, tanto dos agentes de trânsito quanto os guardas municipais; as perseguições; condições de trabalho; militarização da instituição. Por último, o que vem agravando é a questão da não edição dos decretos que regulamentam o plano de carreira aprovado e que tinha um prazo de 180 dias e agora já vem chegando a 200 dias”, relatou.

Este atraso traz um prejuízo tanto em um ponto de vista financeiro como também na expectativa que alguns funcionários tinham na valorização na carreira, como algumas promoções para outros cargos.

Em nota, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) informou que recebeu, através da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania, a manifestação do Sismuc em relação a uma suposta coação por parte da direção da Destra.

Um procedimento foi instaurado para apurar os fatos e no momento o MPPE está efetuando diligências. O promotor de Justiça Marcus Tieppo ressaltou ainda que a atuação se dá nos limites da atribuição da promotoria, sendo que em algumas das situações apresentadas, o próprio órgão de classe é quem possui atribuição para pleitear a resolução dos fatos. A prefeitura não se pronunciou sobre o assunto.

Confira matéria do Povo Na TV

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