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Equipes de reportagem sofrem agressões durante cobertura da prisão do prefeito de Agrestina; veja vídeo

Cinegrafistas foram empurrados em mais de uma ocasião

Mulher colocou bolsa em frente da câmera e empurrou cinegrafista
Mulher colocou bolsa em frente da câmera e empurrou cinegrafista (Reprodução/TV Jornal Interior)

As equipes de reportagem da TV Jornal Interior que participaram da cobertura da terceira fase da operação Pescaria, da Polícia Federal, que prendeu o prefeito e o vice-prefeito de Agrestina, no Agreste de Pernambuco, sofreram agressões durante o exercício da atividade.

Em mais de uma ocasião, apoiadores do prefeito ou familiares de outras pessoas presas na operação tentaram impedir o trabalho dos repórteres e cinegrafistas. Um dos cinegrafistas da emissora chegou a ser empurrado. Além disto, um veículo da prefeitura foi colocado em frente à casa do prefeito para impedir a gravação.

Laranja teria movimentado mais de R$ 5 milhões para grupo que desviava recursos em Agrestina, diz PF

Prefeito de Agrestina, Thiago Nunes, chega à Penitenciária de Caruaru

Em outro momento, durante uma entrada ao vivo em frente à sede da Polícia Federal em Caruaru, uma pessoa da família de um dos presos chegou a empurrar outro cinegrafista da TV Jornal Interior, colocando uma bolsa e as mãos em frente à câmera.

Veja no vídeo:

Equipes de reportagem sofrem agressões durante cobertura da prisão do prefeito de Agrestina

  • 10/09/2020 17:26
As equipes de reportagem da TV Jornal Interior que participaram da cobertura da terceira fase da operação Pescaria, da Polícia Federal, que prendeu o prefeito e o vice-prefeito de Agrestina, no Agreste de Pernambuco, sofreram agressões durante o exercício da atividade. 35 segundos

Entenda o caso

O prefeito de Agrestina, Thiago Nunes, o vice-prefeito, Zito da Barra, um funcionário da prefeitura e dois empresários foram presos preventivamente durante a ação da Polícia Federal. Eles foram levados para a Penitenciária Juiz Plácido de Souza e para a Colônia Penal Feminina.

Segundo as investigações, um "laranja" teria movimentado cerca de R$ 5 milhões para o grupo que desviava recursos da Prefeitura de Agrestina. O dinheiro deveria ser aplicado em áreas como educação, saúde e assistência social.