Política

Alepe prorroga calamidade pública em 173 municípios de Pernambuco

Eriberto Medeiros (PP), presidente da Alepe, mencionou a medida em entrevista no programa Além da Notícia, da Rádio Jornal Caruaru

Berg Santos
Berg Santos
Publicado em 14/01/2021 às 16:09
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Em entrevista no programa Além da Notícia, da Rádio Jornal Caruaru, nesta quinta-feira (14), o Presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco, Eriberto Medeiros (PP), se demonstrou bastante preocupado com a situação do estado. Para Medeiros, essa crise na saúde pública mundial precisa ter consciência da população.

“Nós, pernambucanos, temos tido uma sequência de momentos difíceis nos últimos tempos. Tivemos um período um período dessa região [agreste] 8 anos de estiagem isso trouxe dificuldade para o homem do campo […] e depois do período de escassez de chuva veio a crise econômica e quando vai passando a crise econômica bate na porta a pandemia”, disse o presidente da Alepe.

As mudanças acometidas pela pandemia da Covid-19 mudaram a vida de muita gente, não somente por conta da alteração da rotina e das adaptações, mas de uma forma geral no cotidiano de cada um. Pernambuco se aproxima dos 10 mil óbitos pelo coronavírus e os dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde mostram o aumento diário do registro de casos.

Calamidade pública

Na manhã desta quinta, Deputados da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) aprovaram, por unanimidade, os decretos que prorrogam por 180 dias o estado de calamidade pública em 173, dos 184 municípios de Pernambuco. A decisão considera o quadro de emergência sanitária provocada pela pandemia da Covid-19.

O Presidente da Alepe, Eriberto Medeiros, também comentou sobre essa aprovação. “Nós sabemos o momento triste que se encontra não só o estado, mas como o Brasil e o mundo, […] e todos devem estar unidos para vencer essa guerra. Os municípios fizeram os decretos de estado de calamidade pública, mas para eles terem validade é preciso que a Assembleia Legislativa analise esses decretos […] que percorreram três comissões”, explicou Medeiros.

Com a aprovação dos decretos, ficam suspensos os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal para despesas com pessoal, empenho e endividamento, além de atingimento dos resultados fiscais.

Confira a entrevista completa:

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