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Ministro da Saúde diz que vacinação no Brasil começa dia 20 de janeiro

O anúncio foi feito a 130 gestores de municípios. A Frente Nacional dos Prefeitos disse que grande parte das cidades tem agulhas e seringas suficientes.

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A vacinação deve começar no dia 20 de janeiro no Brasil ( Dado Ruvic / Reuters)

Em reunião realizada nesta quinta-feira (14), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, anunciou que a vacinação contra a Covid-19 começa em todo o país na próxima semana, no dia 20 de janeiro.

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O anúncio foi feito em reunião com prefeitos da Frente Nacional dos Prefeitos. Estavam reunidos 130 representantes dos municípios, em sua maioria participando de forma virtual. Um deles foi o o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), que publicou a notícia nas redes sociais.

Loureiro confirmou que a vacinação no Brasil começa dia 20 de janeiro e afirmou que havia uma especulação de que a vacina seria distribuída primeiro às capitais. No entanto, o Ministério da Saúde disse que todos os municípios devem receber o imunizante, sem priorizar nenhuma cidade.

Quantidade de doses

De acordo com a Frente Nacional dos Prefeitos, o governo divulgou a quantidade de doses que o país deverá ter nos próximos meses para imunizar a população. Em janeiro, o país deve contar com 8 milhões de doses, em fevereiro 30 milhões e até o mês de abril 80 milhões.

Os prefeitos afirmaram ainda que grande parte dos municípios brasileiros tem estoque de agulhas e seringas suficiente para dar início a vacinação.

Prioridades

Na reunião, o Ministério da Saúde reforçou ainda que devem ter prioridade alguns grupos, que vão começar a receber a primeira dose ainda em janeiro. São eles: profissionais de saúde, idosos em asilos e indígenas. Depois desses grupos, deve começar a vacinação dos idosos com idade acima dos 75 anos. 

Anvisa

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve decidir até o próximo domingo (17) a autorização do registro das vacinas contra a Covid-19 no Brasil. 

O Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira do consórcio Astrazeneca/Oxford, entraram com requerimentos de autorização em caráter emergencial para suas respectivas vacinas.