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Greve dos Caminhoneiros: confira o que se sabe até agora sobre a paralisação de fevereiro

Assim como em 2018, existe a possibilidade de uma nova paralisação neste ano

O presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, reforçou que a crescente insatisfação dos caminhoneiros autônomos pode resultar em uma nova crise
Uma nova greve dos caminhoneiros está prevista para 2021 (Foto: Agência Brasil)

Categorias e entidades ligadas aos caminhoneiros do Brasil apontam a possibilidade de uma paralisação em 2021, assim como ocorreu em 2018. O cenário tem sido discutido nos últimos dias entre os trabalhadores e representantes da classe e o Governo Federal.

Entidade com 800 mil motoristas apoia nova greve de caminhoneiros

A possibilidade é de que a paralisação se inicie no dia 1º de fevereiro e todos os dias surge uma novidade a respeito do assunto. O que se sabe até agora é que a Greve dos Caminhoneiros tem apoio e confirmação de entidades com grande número de trabalhadores.

Mais de 800 mil representantes da categoria apoiam a nova paralisação. Um dos motivos está relacionado ao aumento de 4,4% do diesel, anunciado pela Petrobrás.

Confira algumas entidades

Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transporte e Logística (CNTTL)

Associação Nacional de Transporte do Brasil (ANTB)

A ANTB apoia a paralisação da categoria dos caminhoneiros. Em entrevista ao SBT News, o representante da entidade, José Roberto Stringasci, disse que caminhoneiros se organizam para uma paralisação com início em fevereiro por período indeterminado.

Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC)

 
 

Governo Federal

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez um apelo na última quarta-feira (27) para que não haja uma nova greve. Sobre o aumento do diesel, o chefe do Executivo afirmou que o aumento é devido ao preço de petróleo fora do país e que o governo estuda uma medida para resolver a situação.

"Reconhecemos o valor dos caminhoneiros para a economia do Brasil. Apelamos para eles que não façam greve, porque todos nós vamos perder, todos, sem exceção. Agora, a solução não é fácil, estamos buscando uma maneira de não ter mais este reajuste", disse.