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Prorrogação do auxílio emergencial: o que pensam novos presidentes do Senado e Câmara

Os novos representantes foram eleitos na última segunda-feira (1º)

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Publicado em 02/02/2021 às 12:26
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Marcelo Camargo/Agência Brasil
FOTO: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Com 302 votos, a Câmara dos Deputados elegeu como presidente na última segunda-feira (1º) o deputado Arthur Lira (PP-AL), que ficará no comando da Casa no biênio 2021-2022. No Senado, quem assume a presidência é Rodrigo Pacheco (DEM-MG), eleito com 57 votos.

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Antes das eleições, os candidatos aos cargos de presidência no Senado e na Câmara divulgavam a respeito da prorrogação do auxílio emergencial, que encerrou os pagamentos em dezembro de 2020 com últimos saques em janeiro deste ano.

Arthur Lira - Câmara dos Deputados

Em entrevista coletiva realizada no dia 18 de janeiro, o deputado Arthur Lira (PP-AL), novo presidente da Câmara, disse que exite a possibilidade de o Governo Federal pagar mais alguns meses de auxílio emergencial.

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A prorrogação depende, no entanto, da aprovação do Orçamento para 2021, do valor a ser pago e do número de parcelas extras do benefício.

“Penso que, com Orçamento [aprovado], dependendo do valor e do prazo [do benefício] e respeitando o teto de gastos, tenhamos possibilidade de fazer um auxílio, até que se vote um novo programa permanente [de renda mínima, como o Bolsa Família]”, disse Lira.

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Rodrigo Pacheco - Senado

Em entrevista, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) afirmou que a extensão do auxílio emergencial deve estar em pauta no Senado nos próximos meses. O presidente da Casa disse que vai trabalhar pela responsabilidade no país, mas não descartou a prorrogação do auxílio, afirmando que é uma decisão que deve passar pelo colégio de líderes do Senado.

"Se isso se dará em uma modalidade de auxílio emergencial ou algo análogo a isso, a um novo programa, ou a um incremento do Bolsa Família, essa é uma solução que se dará a partir de uma reunião do colégio de líderes do Senado", destacou. Pacheco destacou que qualquer decisão será tomada em conjunto com o Governo Federal para evitar que haja um 'rombo' nas contas públicas,

"Um compromisso muito fiel e muito grande com a responsabilidade fiscal, com a obediência ao teto de gastos. Não se pode gastar aquilo que não se tem. No entanto, nós temos que reconhecer que a pandemia não terminou. Há pessoas alcançadas de maneira muito severa pela pandemia e que demandam uma assistência do estado", disse Pacheco.

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