Economia

Proposta para novo auxílio emergencial custaria até 65% menos

Entenda como seria o formato do benefício e quem poderia receber.

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Publicado em 24/02/2021 às 15:59
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Marcelo Camargo/Agência Brasil
FOTO: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Uma proposta elaborada pelo Centro de Liderança Pública (CLP), contemplaria até 95 milhões de pessoas com uma nova versão do auxílio emergencial. O custo mensal seria de R$ 8 bilhões, uma redução de 65% em relação ao benefício pago no ano passado, com menos impacto nas contas públicas.

O benefício foi pago, inicialmente, em parcelas de R$ 600 e de R$ 1,2 mil para famílias comandadas por mães solteiras. A partir de setembro até o fim do ano, o valor passou a ser de R$ 300. O custo do programa é calculado em R$ 40 bilhões mensais na primeira fase e em R$ 20 bilhões após a redução das parcelas. 

Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que deverá ser votada nesta quinta-feira (25) para um novo marco fiscal, prevê a autorização para recriar o auxílio. 

A proposta do CLP, com base em dados do Ministério da Cidadania, criaria dois formatos de benefício: um, de R$ 50, para cada pessoa de uma família que já recebe o Bolsa Família, e outro, de R$ 100, para quem recebeu o auxílio emergencial no ano passado, mas não fazia parte do Bolsa Família antes. Por mês, o programa custaria R$ 8 bilhões, uma redução de quase 65% em relação à última fase do auxílio.

* As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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