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Fraturas decorrentes da osteoporose podem reduzir o tempo de vida

Homens e mulheres sofrem perda óssea ao longo dos anos

Vanessa Novak
Vanessa Novak
Publicado em 25/02/2021 às 15:55
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Vanessa Nôvak/Rádio Jornal
FOTO: Vanessa Nôvak/Rádio Jornal
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Uma das doenças consideradas como femininas, a osteoporose, foi o tema do Consultório do Rádio Livre, da Rádio Jornal Caruaru, desta quinta-feira. A Aline Souza recebeu o ortopedista, Daniel Soares, para trazer detalhes sobre o assunto.

Segundo a Fundação Internacional de Osteoporose (International Osteoporosis Foundation – IOF), estima-se que uma a cada três mulheres e um em cada cinco homens com idade superior a 50 anos, em todo o mundo, apresentarão uma fratura decorrente da osteoporose. De acordo com a IOF, as fraturas causadas pela osteoporose podem causar incapacidade a longo prazo, diminuição da qualidade de vida, perda de independência e sobrecarga familiar com os cuidados com a pessoa que sofreu a fratura.

Segundo o médico ortopedista, a perda óssea é uma realidade para homens e mulheres, com o passar dos anos, mas nas mulheres é mais acentuada. Ele diz também que quando a doença já está em grau avançado as fraturas ósseas são mais prováveis. Inclusive, segundo o médico, há dados que mostram que as fraturas de colo de fêmur, que necessitam de reparação cirúrgica, cujo procedimento é muito agressivo, reduzem o tempo de vida das pessoas que passam pelo problema.

O especialista, Daniel Soares, diz também que quem precisa de suplementação de cálcio e/ou vitamina D, deve associar a suplementação com uma alimentação balanceada, atividade física e exposição controlada ao sol. Ele diz também que as pessoas que, por qualquer motivo, não consomem derivados do leite, a solução é consumir vegetais de cor verde, como a couve, o brócolis e o espinafre, para garantir a ingestão de cálcio e evitar a deficiência do mineral, que é uma das causas da osteoporose.

Confira a entrevista completa

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