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Pastores evangélicos realizam protesto no Agreste para retorno de cultos no fim de semana

Representantes de 13 igrejas se reuniram para protestar.

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Publicado em 03/03/2021 às 10:36
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Representantes de 13 igrejas evangélicas de Gravatá, no Agreste de Pernambuco, protestaram em frente à prefeitura nesta quarta-feira (3). O movimento liderado pelos pastores reivindicava o direito de cultuar aos domingos nas igrejas, seguindo todos os protocolos de segurança contra a Covid-19.

O protesto reivindicava que as igrejas e templos sejam considerados pelo Governo de Pernambuco como serviço essencial, a exemplo do que foi determinado pelo governo de São Paulo e pela prefeitura de Angra dos Reis, que decretaram os cultos como atividade essencial, assim como diversos outros serviços das mais variadas categorias.

A comissão de pastores foi recebida pelo chefe de gabinete e pelo controlador do município, que discutiram o assunto por cerca de uma hora. O controlador garantiu que a prefeitura não pode alterar o decreto do Estado, mas sugeriu que associação elaborasse um documento para que o prefeito possa intermediar junto ao governador Paulo Câmara.

Saiba quais são os serviços essenciais

• serviços públicos municipais, estaduais e federais, inclusive os outorgados ou delegados, nos âmbitos dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, dos Ministérios Públicos e dos Tribunais de Contas;

• farmácias e estabelecimentos de venda de produtos médico-hospitalares;

• postos de gasolina;

• serviços essenciais à saúde, como médicos, clínicas, hospitais, laboratórios e demais estabelecimentos relacionados à prestação de serviços na área de saúde, observados os termos de portaria ou outras normas regulamentares editadas pelo Secretário Estadual de Saúde;

• serviços de abastecimento de água, gás e demais combustíveis, saneamento, coleta de lixo, energia, telecomunicações e internet;

• clínicas e os hospitais veterinários e assistência a animais;
serviços funerários;

• hotéis e pousadas, incluídos os restaurantes e afins, localizados em suas dependências, com atendimento restrito aos hóspedes;

• serviços de manutenção predial e prevenção de incêndio;

• serviços de transporte, armazenamento de mercadorias e centrais de distribuição, para assegurar a regular atividade dos estabelecimentos cujo funcionamento não esteja suspenso;

• estabelecimentos industriais e logísticos, bem como os serviços de transporte, armazenamento e distribuição de seus insumos, equipamentos e produtos;

• oficinas de manutenção e conserto de máquinas e equipamentos para indústrias e atividades essenciais previstas neste Decreto, veículos leves e pesados e, em relação a estes, a comercialização e serviços associados de peças e pneumáticos;

• restaurantes, lanchonetes e similares, por meio de entrega a domicílio, em ponto de coleta, na modalidade drive thru e para atendimento presencial exclusivo a caminhoneiros, sem aglomeração;

• serviços de auxílio, cuidado e atenção a idosos, pessoas com deficiência e/ou dificuldade de locomoção e do grupo de risco, realizados em domicílio ou em instituições destinadas a esse fim;

• serviços de segurança, limpeza, vigilância, portaria e zeladoria em estabelecimentos públicos e privados, condomínios, entidades associativas e similares;

• imprensa;

• serviços de assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade;

• transporte coletivo de passageiros, incluindo táxis e serviços de aplicativos de transporte, devendo observar normas complementares editadas pela autoridade que regulamenta o setor;

• supermercados, padarias, mercados e demais estabelecimentos voltados ao abastecimento alimentar da população;
atividades de construção civil;

• processamento de dados ligados a serviços essenciais;

• serviços de entrega em domicílio de qualquer mercadoria ou produto;

• atividades de preparação, gravação e transmissão de missas, cultos e demais celebrações religiosas pela internet ou por outros meios de comunicação, realizadas em igrejas, templos ou outros locais apropriados;

• serviços de suporte portuário, como operadores portuários, agentes de navegação, praticagem e despachantes aduaneiros.

*Com informações do repórter Luiz Carlos Fernandes da TV Jornal Interior

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