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Pessoas são flagradas em aglomeração durante festa em Petrolina; veja imagens

Imagem circulou nas redes sociais

Pessoas flagradas em aglomeração
Pessoas flagradas em aglomeração (Reprodução/Redes sociais)

O final de semana foi marcado por aglomerações em algumas Ilhas do São Francisco na região de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. Apesar das medidas restritivas do Estado, uma grande movimentação de banhistas foi registrada na Ilha do Maroto, cujo acesso só é possível pelo rio, e que fica nas proximidades de uma outra mais conhecida, a do Massangano.

Em imagens que circularam nas redes sociais, é possível ver diversas lanchas e jet skis ancorados no leito do rio. Os banhistas aparecem aglomerados, sem máscaras e consumindo bebida alcoólica.

Em um dos vídeos divulgados nas redes, é possível ver uma lancha da Marinha no local. Em entrevista à Rádio Jornal Petrolina, o capitão dos portos de Juazeiro, Luís Felipe da Mata, ressaltou que não é competência da Capitania Fluvial de Juazeiro realizar a notificação.

“A Marinha do Brasil atua para fiscalizar as embarcações e seus tripulantes, quanto à regularidade da documentação e habilitação para conduzir essas embarcações. Nós também atuamos em prol de divulgar orientações, principalmente aos ribeiros e passageiros, quanto a necessidade de cumprir as medidas preventivas. As ilhas não são responsabilidade da Marinha, e sim do Estado. É uma questão de propriedade, e a aplicação da lei é uma questão de territorialidade. A Ilha do Maroto pertence a Pernambuco. A Marinha apenas orienta, mas não tem o poder de coibir”, esclareceu.

Petrolina, na semana passada, registrou, em um só dia, recorde no número de novos casos (322) e mortes (oito). O município, que agora soma 19.588 casos confirmados desde o início da pandemia e tem 267 óbitos em decorrência da doença, permanece com taxa de ocupação oscilando entre 80 e 90% há cerca de três semanas, mesmo com a implantação de novos leitos de UTI.

Veja imagens:

O prefeito Miguel Coelho usou as redes sociais para pedir colaboração da população e reforçou que a fiscalização é competência do Estado.