Saúde

Governo abrirá 600 vagas de capacitação contra covid-19, diz ministro da Saúde

Vagas serão para médicos intensivistas, enfermeiros e fisioterapeutas

Agência Brasil
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Publicado em 14/04/2021 às 19:00
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Divulgação PCR / Andrea Rego Barros
FOTO: Divulgação PCR / Andrea Rego Barros
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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta quarta-feira (14) que o governo vai oferecer 600 vagas em residência médica e multiprofissional para formar médicos intensivistas, enfermeiros e fisioterapeutas. A atuação dos profissionais será no enfrentamento à pandemia de covid-19.

O anúncio foi feito após a segunda reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19, no Palácio do Planalto, em Brasília.

Para o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que também participou da reunião, é importante a presença de profissionais especializados, principalmente nas unidades de terapia intensiva. “A habilitação de profissionais que possam fazer o enfrentamento da pandemia é fundamental. Precisamos de material humano, de pessoas bem formadas para esse atendimento”, disse.

Kit intubação

Durante a reunião, Queiroga também apresentou as ações do governo para aumentar a oferta de insumos estratégicos para a área de saúde, como os kits de intubação. De acordo com ele, nos próximos 10 dias, os estoques reguladores devem estar fortalecidos, fruto de uma iniciativa de compra direta com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da Organização Mundial de Saúde (OMS) nas Américas.

O governo brasileiro também fará um pregão internacional para adquirir os fármacos do kit, que incluem sedativos e bloqueadores neuromusculares. “Não há nada mais traumático e trágico que ter um paciente no leito de UTI e não ter kit de intubação para mantê-lo intubado”, disse o senador Pacheco, destacando que o governo precisa manter atenção sobre esses estoques.

Além disso, o Ministério da Saúde está articulando, com o Canadá, a importação de 18 caminhões para o transporte de oxigênio aos estados e municípios. O objetivo, segundo Queiroga, é chegar a 50 caminhões.

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