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Qual máscara mais protege contra a Covid-19? Especialista orienta

Uso do equipamento de proteção se tornou essencial durante a pandemia

Máscara PFF 2
Máscara PFF 2 (Reprodução/YouTube/Delta Plus)

Desde o início da pandemia da covid-19, o uso da máscara de proteção se tornou mais do que essencial, no entanto, muitas pessoas ainda se negam a usar o item ou utilizam de forma errada. Para tirar dúvidas sobre o assunto, no programa Consultório dessa segunda-feira (7), Samara Pontes conversou com o farmacêutico e pesquisador Leandro Medeiros. A entrevista foi ao ar pela Rádio Jornal Garanhuns.

Leandro explicou que a máscara que mais protege contra o Coronavírus é a PFF2, conhecida por muitos também como N95. "As novas variantes do vírus estão apresentando maiores índices de contágio, por isso o foco no uso da máscara está maior. No Brasil, a máscara que apresenta melhor estrutura de filtração é a PFF2. Ela tem um nível de proteção de até 95% e deveria ser usada por todos. Por ser um pouco mais cara que as outras, o ideal é que houvesse distribuição gratuita da PFF 2, especialmente à população mais carente.

Ainda que seja melhor usar a máscara de pano do que não usar nada, principalmente se todos estiverem protegidos nos ambientes, esse tipo de máscara não é a mais indicada pelos especialistas. "As máscaras de pano possuem uma estrutura de proteção menor, com problemas mais importantes. Dependendo dos materiais utilizados, que podem ser mais porosos, fica mais fácil a entrada do vírus nas mucosas. As cirúrgicas, por exemplo, são bem melhores e apresentam cerca de 85% de proteção, podendo servir como opção de uso por baixo das de tecido", alerta.

O profissional também destacou que todas as máscaras precisam estar bem ajustadas ao rosto, sem nenhum tipo de folga que possa ser porta de entrada para o vírus. Outro detalhe é quanto a qualidade das máscaras não artesanais; de acordo com Leandro Medeiros, para saber se o material utilizado é realmente o ideal, é preciso checar se os itens possuem selo do Inmetro e registro da Anvisa.

Acompanhe a entrevista: