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Polícia diz que calcinhas achadas onde jovem foi encontrada morta eram usadas por pedreiro

Joice foi estrangulada e morta pelo pedreiro e seu corpo foi escondido por ele dentro de uma parede concretada.

NE10 Interior
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Publicado em 07/10/2021 às 9:00
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Arquivo pessoal
A jovem foi encontrada dentro de parede - FOTO: Arquivo pessoal
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A polícia continua investigando as circunstâncias da morte de Joice Maria da Glória Rodrigues, de 25 anos, que foi encontrada morta em uma obra em São Vicente, no litoral de São Paulo. Entre os objetos achados pela polícia no local do crime estava uma sacola de calcinhas e o principal suspeito do crime, um pedreiro de 56 anos, confessou que as peças era dele e que ele gostava de usá-las. 

Pedreiro confessa que estrangulou jovem e prendeu o corpo em parede com concreto após relações sexuais

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O suspeito confessou ter estrangulado e concretado o corpo da jovem em uma parede e é investigado por feminicídio e ocultação de cadáver junto a um segundo suspeito, de 35 anos de idade. A sacola de calcinhas foi encontrada no piso superior da construção.

De acordo com o delegado titular do caso, Thiago Nemi Bonametti, em entrevista ao G1, o marido da vítima olhou as peças da sacola, mas não reconheceu como sendo dela. Em depoimento, o pedreiro confirmou que as peças de roupa íntima eram dele. "Segundo o pedreiro, as calcinhas eram porque ele gostava de usar", explicou o delegado.

Entenda o caso

Um pedreiro de 56 anos foi preso após confessar que matou a jovem Joice Maria da Glória Rodrigues, de 25 anos em São Vicente, no litoral de São Paulo. Joice estava desaparecida há pouco mais de uma semana e o suspeito disse à polícia que matou a jovem estrangulada com uma camisa e concretou ela em uma parede, logo após ter relações sexuais com ela.

O pedreiro trabalhava em uma obra, na Rua Senador Lúcio Bittencourt, no bairro Esplanada dos Barreiros, onde o corpo da jovem foi localizado. De acordo com a polícia, um segundo suspeito também foi detido.

Joice estava desaparecida desde o dia 27 de setembro. O caso foi investigado pelos policiais da 3ª Delegacia de Investigações sobre Homicídios do Deic Santos, que apurou, durante as diligências, que a vítima esteve na rua onda fica localizada a obra e teria se encontrado com o pedreiro.

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