Crime

Jovem encontrada morta em praia de Santa Catarina foi obrigada a cavar a própria cova, diz polícia

Ela teria sido morta por fotografar um homem armado

Bruna Padilha
Bruna Padilha
Publicado em 04/12/2021 às 14:38
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REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS E DIVULGAÇÃO/POLÍCIA CIVIL
Amanda Albach foi encontrada morta nesta sexta-feira (3) - FOTO: REPRODUÇÃO/REDES SOCIAIS E DIVULGAÇÃO/POLÍCIA CIVIL
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Nesta sexta (3) Amanda Albach, de 21 anos, foi encontrada morta em praia de Itapirubá, no litoral de Santa Catarina. De acordo com a Polícia Civil, a promotora cavou a própria cova antes de ser morta. A jovem foi assassinada a tiros por ter fotografado um homem armado, que já tinha passagem por tráfico de drogas, por medo de ser denunciado.

Na quinta-feira (2) três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento no crime, uma delas seria amiga de Amanda. A jovem foi vista um dia antes de desaparecer no beach club P12, em Jurerê Internacional.

Os suspeitos foram vistos como ela na balada, durante o feriado da Proclamação da República. Eles moravam juntos em Laguna e ofereceram hospedagem a Amanda durante o feriadão.

De acordo com o delegado responsável, Bruno Fernandes, "Foi esse vínculo que trouxe ela até essa casa em Santa Catarina. Ela veio para comemorar o aniversário dessa pessoa". Amanda morava em Fazenda Rio Grande, no Paraná.

Motivação

De acordo com a polícia, Amanda e os suspeitos foram para Jurerê Internacional em 14 de novembro e voltaram à noite para Imbituba. No dia seguinte, a jovem viu um dos suspeitos com uma arma de fogo e fez uma foto, enviando para outras pessoas, deixando o suspeito descontente.

O suspeito confessou que decidiu dar fim a vida dela por sentir que corria algum risco de ser denunciado. Ele disse que levou Amanda para o local do crime, a obrigou a cavar a própria cova e efetuou dois disparos.

"O suspeito contou que levou Amanda até a praia de Itapirubá e obrigou que ela cavasse a própria cova. Antes de ser morta, ainda a ordenou a gravar um áudio aos familiares dizendo que pegaria um carro de aplicativo para retornar ao Paraná", explicou o delegado.

*Com informações do UOL e Jornal do Commercio 

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