Saúde

Retinoblastoma: Entenda o que é e como identificar os sinais do câncer raro da filha de Tiago Leifert

O principal sintoma é um 'reflexo brilhante no olho'

Bruna Padilha
Bruna Padilha
Publicado em 29/01/2022 às 13:03
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Reprodução/Instagram
Tiago Leifert e Daiana Garbin - FOTO: Reprodução/Instagram
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Em forma de alerta, Tiago Leifert e Daiana Gerbin, informaram que a filha, Lua, está com câncer. Em um vídeo postado no Instagram neste sábado (29), o casal explicou que ela está com um raro tipo de tumor nos olhos, retinoblastoma.

Vídeo: Tiago Leifert revela que filha está com câncer raro nos olhos

"É um câncer que acontece nas células da retina. Elas acabam tendo um crescimento desordenado, e acaba formando tumores, que podem ser num olhinho, ou, como no caso da nossa filha, bilateral. É muito difícil descobrir esse câncer e é por isso que estamos gravando esse vídeo", explicou Garbin.

O que é Retinoblastoma?

É um tumor maligno que se origina das células da retina, a parte do olhos responsável pela visão, que pode afetar um ou ambos os olhos. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (Inca), a doença geralmente ocorre antes dos 5 anos de idade.

Como identificar a retinoblastoma?

Ainda de acordo com o Inca, um dos principais sinais e sintomas da retinoblastoma é um reflexo brilhante no olho afetado, semelhante aos de dos olhos de um gato quando são iluminados à noite. As crianças também podem apresentar dor, inchaço e ficarem estrábicas (vesgas) ou perder a visão.

Como acontece o diagnóstico?

É necessário ser feito um exame do fundo do olho, com a pupila bem dilatada por um médico experiente. O Inca ainda informa que os pacientes devem passar por um estudo de aconselhamento genético para identificar os casos que foram hereditários.

Se a doença já se apresentou em um familiar, assim que nascer, as crianças devem ser examinadas por um oftalmologista na hora do nascimento e nos primeiros anos de vida para que possa ser feito um diagnóstico precoce.

Como é o tratamento?

O tratamento irá depender do estágio da doença, os pequenos podem ser tratados com métodos especiais, permitindo à criança enxergar normalmente. Em casos mais avançados, pode ser preciso a retirada do olho e a necessidade de quimioterapia e/ou radioterapia.

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