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ASSASSINATO RAFAEL MIGUEL: antes de ser preso em SP, Paulo Cupertino mudou de nome e de cidade

Homem acusado de matar o ator Rafael Miguel e os pais do adolescente conseguiu emitir documento falso

Gabriela Luna
Gabriela Luna
Publicado em 17/05/2022 às 9:52
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Reprodução/Polícia Civil/Instagram
Paulo Cupertino Matias é o principal suspeito do assassinato de Rafael Miguel - FOTO: Reprodução/Polícia Civil/Instagram
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Paulo Cupertino Matias, ex-sogro de Rafael Miguel, é o principal suspeito de matar a tiros o ator de "Chiquititas" e seus pais no dia 9 de junho de 2019. Ele estava foragido há 3 anos, mas foi preso pela polícia nessa segunda-feira (16).

Antes de ser preso, Paulo Cupertino - que é pai da ex-namorada de Rafael Miguel, Isabela Tibcherani - viveu no Mato Grosso do Sul por oito meses.

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De acordo com informações do G1, a Polícia Civil informou que Paulo Cupertino morou em um sítio, em Eldorado (MS), no início da pandemia da covid-19. O empresário, aliás, falsificou seu nome e era chamado de "Manoel Machado da Silva", mas era conhecido como "Seu Manoel".

ENTENDA O CASO

Segundo com o Ministério Público, Paulo Cupertino assassinou Rafael Miguel e seus pais porque não aceitava o namoro do ator mirim com a sua filha, Isabela Tibcherani. O crime aconteceu no dia 9 de junho de 2019.

Alguns vídeos daquele dia mostram que o empresário Paulo Cupertino atirou 13 vezes em Rafael Miguel. Ele é acusado de triplo homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e com recurso que não permitiu a defesa das vítimas.

Neste caso, outras duas pessoas - amigos do empresário - tornaram-se réus do processo por terem colaborado com a fuga de Paulo Cupertino.

ENTENDA O CASO

Segundo com o Ministério Público, Paulo Cupertino assassinou Rafael Miguel e seus pais porque não aceitava o namoro do ator mirim com a sua filha, Isabela Tibcherani. O crime aconteceu no dia 9 de junho de 2019.


Alguns vídeos daquele dia mostram que o empresário Paulo Cupertino atirou 13 vezes em Rafael Miguel. Ele é acusado de triplo homicídio duplamente qualificado, por motivo fútil e com recurso que não permitiu a defesa das vítimas.


Neste caso, outras duas pessoas - amigos do empresário - tornaram-se réus do processo por terem colaborado com a fuga de Paulo Cupertino.


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