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Ministro de Lula nega "gabinete do ódio" em gestão petista

Ministro de Lula afirma que não existe nada como um gabinete do ódio na gestão do presidente e chama de irresponsável matéria que propagou caso

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Cynara Maíra

Publicado em 17/06/2024 às 10:57
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Em meio a polêmicas sobre um possível "gabinete do ódio" aos parâmetros do governo Bolsonaro (PL) na gestão do presidente Lula (PT), o ministro de apoio à Reconstrução do Rio Grande do Sul e ex-ministro das Comunicações, Paulo Pimenta, falou sobre a situação. 

Segundo Pimenta, não existe um gabinete de influenciadores digitais vinculados ao governo para "fazer política ou algo parecido". 

SUPOSTO "GABINETE DO ÓDIO" DO GOVERNO LULA

O ministro do governo Lula falou sobre o caso em suas redes sociais e apontou que não há "nada semelhante" a um gabinete do ódio da gestão Bolsonaro.

Esse termo era utilizado para falar de grupos organizados para propagar notícias falsas a favor de Jair Bolsonaro e atacar opositores. 

"Não existe nem nunca existiu ‘gabinete’ nenhum envolvendo governo e comunicadores de esquerda para fazer luta política ou algo parecido. É uma tentativa irresponsável de igualar um esquema criminoso de produção industrial de mentiras e desinformação com opinião de ativistas digitais progressistas. Nunca existiu, repito, nada semelhante ao ‘gabinete do ódio’, que se utilizou de recursos públicos e com a máquina do Estado para investigar e atacar adversários", afirmou Pimenta. 

As informações sobre a possibilidade de um grupo organizado de esquerda surgiu após uma reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" afirmar que existe um "gabinete da ousadia" para criar conteúdos alinhados ao PT em um formato semelhante ao Gabinete do Ódio de Bolsonaro. 

Depois do caso, o líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), pedir a abertura de uma investigação no Tribunal de Contas da União (TCU) sobre o tema.

A fala de Paulo Pimenta se aproxima à nota apresentada pela Secretaria de Comunicação do Governo Lula, que afirmou que não existe "uma versão petista do gabinete do ódio". 

O ministro também declarou que a reportagem do Estadão criou um material com "abordagem sensacionalista e enviesada que distorce os fatos". 

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