Política

Bolsonaro questiona de quem é a culpa sobre as questões econômicas

Presidente afirma que a responsabilidade não é só dele e volta a criticar o isolamento social

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Publicado em 12/02/2021 às 15:05
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Marcelo Camargo/Agência Brasil
FOTO: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) falou na manhã desta sexta-feira (12) sobre as questões econômicas que o país vem passando. Ele afirmou que os problemas estão se acumulando e questionou de quem seria a responsabilidade sobre a perda de poder aquisitivo de parte da população, a inflação dos produtos de primeira necessidade e o preço dos combustíveis.

O presidente disse: “A culpa é de quem? É tudo minha?”, questionou a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada. Além disso, o Governo Federal sofre pressão de setores do transporte, como caminhoneiros, sobre o preço dos combustíveis e do gás de cozinha, impulsionados pela alta do petróleo.

Nas redes sociais, Bolsonaro pediu para que seus seguidores enviem a ele notas fiscais de postos de combustíveis com as alíquotas dos impostos federais e estaduais cobradas ao abastecer. Ele também defendeu que o preço do gás de cozinha nas distribuidoras está por menos de R$ 40.

Apego à residência

O presidente do Brasil afirmou não ter apego à Presidência da República. “Não tenho apego àquela pipoca daquela cadeira presidencial”. E acrescentou: “É uma desgraça aquele negócio, mas é uma missão. Enquanto Deus permitir eu vou estar lá”, emendou.

 Mercado financeiro 

Bolsonaro também voltou a criticar o mercado financeiro, durante uma transmissão ao vivo, nesta quinta-feira (11) ele disse que o governo quer “tratar da diminuição dos impostos num clima de tranquilidade e não num clima conflituoso no Brasil”.

 Críticas ao isolamento

O presidente voltou a criticar as políticas de isolamento para conter a transmissão do coronavírus. “Essa política do fica em casa, a economia a gente vê depois, bateram bastante em mim. Agora estão cobrando que estão desempregados. Quem mandou ficar em casa, fechou o comércio e destruiu empregos não fui eu”, completou.

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