Viúva de pastor que prometeu ressuscitar, relata medo e clarão durante enterro

Carta foi escrita em 2008 e dizia que ele morreria e ressuscitaria após três dias

Lyllyan Belo
Lyllyan Belo
Publicado em 27/10/2021 às 14:25
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Reprodução/Redes Sociais
Pastor Huber Carlos Rodrigues e Ana Maria Oliveira Rodrigues - FOTO: Reprodução/Redes Sociais
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A viúva do pastor Huber Carlos Rodrigues, que viralizou nas redes sociais após declarar que ia ressuscitar após sua morte, declarou que um clarão no céu foi visto na mesma hora em que o pastor afirmou que voltaria.

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Apesar de não testemunhar o milagre, a pastora Ana Maria Oliveira Rodrigues, de 56 anos, disse que a fé não foi abalada. “Eu estou com a minha consciência tranquila de que atendi a um pedido do meu marido, que tanto bem fez para esta comunidade", disse a viúva, em uma entrevista ao jornal O Globo. A viúva também declarou: "Na hora, você pensa: 'Deus, não vai acontecer?'. Não foi fácil para mim, fiz tudo com toda a minha alma e minha fé."

Na declaração, escrita em 2008, o pastor escreveu que no 3º dia após sua morte, às 23h30, ele ressuscitaria. Em trecho, o religioso ainda diz que o corpo não iria se decompor. “Meu corpo durante estes três dias não terá mau cheiro e nem se decomporá, pois o próprio Deus terá preparado a minha carne e meu cérebro para passar por esta experiência”, dizia o documento.

O pastor faleceu na sexta-feira (22) e o corpo permaneceu na funerária até ser enterrado, na madrugada da terça-feira (26). A viúva contou que visitou o corpo de Huber durante os três dias, e na hora falada na carta, um clarão foi visto no céu, chamando a atenção dela e dos fiéis.

"Não me importo com as brincadeiras, eu entendo. Mas muita gente que estava do lado de fora da capela viu um clarão no céu na hora em que o Huber tinha pedido para ser feito o sepultamento. Ele foi muito claro quanto ao horário. Ele tinha muito medo de ser enterrado vivo", afirmou a pastora.

Ana Maria ainda contou que apesar de três dias após a morte, não percebeu decomposição no corpo do marido. “De fato, eu sou testemunha de que ele não exalava qualquer mau cheiro. A pele dele era íntegra, mesmo sem ter passado pelos procedimentos de conservação do corpo. Isso nunca aconteceria, numa situação normal, com uma pessoa que estivesse morta há tanto tempo, porque o odor seria muito forte", falou na entrevista.

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