Justiça

Caso Beatriz: Análise de DNA que resolveu o caso só aconteceu após encontro da família da vítima com o governador, diz Lucinha Mota

"Bastou me darem ouvidos só uma vez para encontrá-lo" diz a mãe de Beatriz

Bruna Padilha
Bruna Padilha
Publicado em 21/01/2022 às 15:35
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Reprodução/ Facebook
A menina Beatriz Angélica Mota foi assassinada em dezembro de 2015 - FOTO: Reprodução/ Facebook
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Lucinha Mota, mãe de Beatriz Angélica, afirmou na tarde desta sexta-feira (21) que o caso apenas foi resolvido após a ‘caminhada por justiça’, que foi feita pela família de Petrolina a Recife para conversar com o Governador.

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A mãe de Beatriz fez uma postagem em seu Instagram dizendo que o homem responsável pelo crime apenas foi encontrado quando ela encontrou o Governador do Estado. Para ter esse encontro, Lucinha precisou andar mais de 720 km, durante 24 dias, de Petrolina até a capital de Pernambuco.

Na reunião ela questionou o motivo do DNA da faca não ter sido incluído no banco de DNAs dos presos já condenados. Dias depois a Polícia Civil informou que um presidiário de salgueiro, de 40 anos, era o responsável pelo crime após análise de DNA.

Ela afirma que não foi por acaso “Não foi coincidência, o assassino poderia ter sido encontrado há muito tempo. Precisei andar mais de 700km para ser ouvida. Bastou me darem ouvidos só uma vez para encontrá-lo” e pede para quem tiver informações sobre ele, entrem em contato.

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