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"Tem transtorno de personalidade psicopata", explica psicóloga sobre suspeito de matar Patrícia Roberta

O suspeito de matar a jovem de Caruaru em João Pessoa tem 23 anos e foi preso na noite da última terça-feira (27).

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Publicado em 28/04/2021 às 8:35
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Reprodução/Arquivo pessoal
FOTO: Reprodução/Arquivo pessoal
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Na tarde da última terça-feira (27), a polícia encontrou o corpo de Patrícia Roberta, de 22 anos, que estava desaparecida desde o último domingo (25). A jovem de Caruaru viajou na sexta-feira (23) para João Pessoa, na Paraíba, para encontrar um amigo que conhecia há 10 anos. Este amigo é o principal suspeito pela sua morte.

Polícia prende suspeito de matar Patrícia Roberta, jovem de Caruaru morta em João Pessoa

Na casa do suspeito, a polícia encontrou uma lista com nomes de mulheres, um altar com livros de ocultismo, e indícios de acesso à "deep web". Em entrevista à TV Jornal Interior, a psicóloga Ana Luiza Lacerda explicou que, a partir do que a polícia encontrou no apartamento, é possível traçar um perfil psicológico do suspeito.

"Ele [o suspeito] tem o que a gente chama de transtorno de personalidade psicopata. O transtorno de personalidade é um jeito de ser. É uma pessoa que vê o mundo dessa forma", explicou. A psicóloga explica ainda que o que caracteriza uma pessoa como psicopata é a "frieza" em lidar com algumas situações. 

"A pessoa é uma máquina, não sente emoção, não tem remorso, a capacidade de empatia. Ela simula a emoção. Ela conhece muito bem a emoção das pessoas para poder manipular essas pessoas para chegar no objetivo que ele quer, seja para prazer, status, diversão ou mesmo envolvido em práticas dentro do exorcismo, chamadas práticas satânicas", detalhou Ana Luiza.

A psicóloga explicou ainda que muitas vezes pessoas com transtorno de psicopatia geralmente são associadas à morte de forma direta, mas geralmente existe um processo de manipulação da vítima antes disso. "A pessoa às vezes acha que o psicopata é a quela pessoa que chega pra matar, mas existem vários graus de psicopatia. É bem comum, por exemplo, que dentro de uma família, da escola, do trabalho existam pessoas psicopatas", alerta Ana.

Confira a reportagem completa:

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