Pandemia

COVID-19: Saiba quais são as novas flexibilizações anunciadas no Plano de Convivência em Pernambuco

Uso de máscaras continua obrigatório

Marilia Pessoa
Marilia Pessoa
Publicado em 16/03/2022 às 9:26
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PIXABAY/DIVULGAÇÃO
Protocolo do Governo de Pernambuco aumenta público de eventos - FOTO: PIXABAY/DIVULGAÇÃO
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O Governo de Pernambuco anunciou nessa terça-feira (15) novas flexibilizações no Plano de Convivência com a covid-19. As medidas passam a valer a partir desta quarta-feira (16) e seguem até 31 de março.

Confira:

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Eventos em geral

De acordo com o governo, está autorizada a realização de eventos em geral com limite máximo de 10 mil pessoas ou 70% da capacidade do local, o que for menor.

É necessário apresentar comprovante de vacinação. Para os adolescentes entre 12 e 17 anos de idade será exigida a segunda dose da vacina contra covid-19, e para os adultos a partir dos 18 anos, será obrigatória a dose de reforço para quem já tiver tomado a segunda dose há mais de quatro meses.

Torcidas em estádios e competições

O limite de público em estádios de futebol profissional é de 50% da capacidade. O público permitido para outros eventos esportivos e competições em é de 10 mil pessoas ou 70% da capacidade, o que for menor.

Também é obrigatório apresentar o comprovante de vacinação, assim como a regra válida para os eventos em geral.

Serviços de alimentação, cinemas, teatros e museus

Bares, restaurantes e outros serviços de alimentação poderão ter capacidade de 100%, assim como os cinemas, museus, teatros e circos.

É preciso apresentar o comprovante de vacinação com todas as doses necessárias.

Uso de máscaras continua

O secretário de Saúde André Longo destacou que a vacinação precisa continuar avançando no estado e o uso de máscaras deve continuar até Pernambuco alcançar um número maior de vacinados.

“Apesar de um cenário promissor, a pandemia ainda não acabou, tampouco virou uma endemia. As pessoas estão ansiosas pelo seu fim e com um desejo enorme de retirar as máscaras, mas isso só será possível se conseguirmos aumentar o número de pessoas efetivamente protegidas”, disse.

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