Caso Beatriz

Beatriz Mota sofreu dez facadas e foi escolhida aleatoriamente, diz SDS

Assassino foi identificado após de análise de DNA

Bruna Padilha
Bruna Padilha
Publicado em 12/01/2022 às 15:14
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BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM
Coletiva da Polícia Civil para anunciar a prisão do suspeito do caso da menina Beatriz morta a seis anos em Petrolina. Na foto Humberto Freire, Secretário de Defesa Social de Pernambuco. - FOTO: BRUNO CAMPOS/JC IMAGEM
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Após seis ano do assassinato de Beatriz Mota, de 7 anos, a Secretaria de defesa social (SDS), deu detalhes sobre o caso em uma coletiva de imprensa na quarta-feira (12). De acordo com o secretário, Humberto Freire, o suspeito estava buscando dinheiro para deixar Petrolina, na qual estava de passagem.

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Vem sendo noticiado nos últimos anos de que a vítima teria levado 42 facadas, mas segundo o secretário, na verdade foram 10 e por ter tido contato com o homem e se desesperado, assim sendo morta.

Reprodução/TV Jornal Interior
Beatriz foi assassinada dentro do colégio em que estudava, onde acontecia a formatura da irmã - Reprodução/TV Jornal Interior

De acordo com o secretário, o número de facas caiu por terem sido registradas 42 fotografias em diferentes posições das facas e disse que “é normal em laudos dessa natureza”.

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Quem matou Beatriz Mota?

O presidiário Marcelo da Silva, de 40 anos, foi apontado como autor do crime. Ele teria entrado na escola, com dificuldade. "Ele disse que em algum momento teve dificuldade, mas conseguiu acessar a área e circulou. As próprias imagens revelam essa dinâmica, culminando a ter contatos com a vítima no momento em que, após essa breve conversa, (a esfaqueou) para silenciá-la após esse susto, essa ação dela", disse o secretário.

Foto: Reprodução/G1
Marcelo da Silva, 40 anos, é suspeito de matar a menina Beatriz Mota, em Petrolina, em 2015. - Foto: Reprodução/G1

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A secretária explicou que Beatriz foi escolhida de forma aleatória, próximo ao local onde foi encontrada morta e que apesar do histórico de Marcelo, não há indícios de violência sexual neste crime.
Ele foi encontrado após usarem os materiais genéticos coletados da faca, que pertencia a ele, para identificá-lo. A primeira coleta teve o material incluído no banco de dados do Estado, em 2019, e foram feitas análise de 125 suspeitos.

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