Economia

Nova parcela de auxílio emergencial começa a ser paga nesta segunda

Calendário de pagamento será detalhado nesta sexta-feira durante coletiva

Marília Pessoa
Marília Pessoa
Publicado em 15/05/2020 às 7:35
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Marcela Maranhão/ TV Jornal
FOTO: Marcela Maranhão/ TV Jornal
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A Caixa Econômica Federal anunciou que vai começar a pagar a segunda parcela do auxílio emergencial de R$ 600 a partir desta segunda-feira (18). A informação foi divulgada pelo presidente do banco, Pedro Guimarães. O calendário de pagamento será detalhado nesta sexta-feira (15), durante uma coletiva.

"Nós começamos na segunda-feira. Amanhã [esta sexta], às 15h da tarde, eu e o ministro Onyx [Lorenzoni] vamos dar todos os detalhes. Mas nós começamos na segunda e faremos toda a questão via mês de nascimento, exatamente para que nós tenhamos uma tranquilidade maior no pagamento. Amanhã a gente detalha", explicou.

De acordo com Pedro Guimarães, a Caixa oferecerá uma conta digital gratuita para todos os beneficiários do auxílio emergencial. Antes, o banco só havia aberto contas digitais para pessoas cadastradas que não tinham conta bancária.

O programa é pago para trabalhadores informais e pessoas de baixa renda, inscritos do cadastro social do governo e no Bolsa Família, por causa da crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus.

*Com informações da Agência Brasil

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O que é preciso para receber o auxílio?

- Ser maior de 18 anos de idade;

- Não ter emprego formal ativo;

- Não ser titular de benefício previdenciário ou assistencial, de seguro-desemprego ou de programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família*;

- Ter renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo ou a renda familiar mensal total seja de até três salários mínimos;

- Não ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70.

Além disso, o beneficiário tem que se encaixar em um dos três perfis:

- Ser microempreendedor individual (MEI);

- Ser contribuinte individual do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social);

- Ser trabalhador informal, autônomo ou desempregado, de qualquer natureza, inclusive o intermitente inativo, inscrito no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) até 20 de março de 2020 ou que cumpra, nos termos de autodeclaração, o requisito de renda mensal per capita de até meio salários mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos.

O auxílio emergencial, segundo a lei, vai substituir o benefício do Bolsa Família nas situações em que for mais vantajoso, de forma automática.

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