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Moradores de Tamandaré se queixam de acúmulo de lixo e Prefeitura nega suspensão de serviço

Fotos enviadas até à redação do NE10 Interior mostram o acúmulo grande de dejetos jogados nas ruas do Bairro Inabi

 Fotos enviadas até à redação do NE10 Interior mostram o acúmulo grande de dejetos jogados nas ruas do Bairro Inabi
Fotos enviadas até à redação do NE10 Interior mostram o acúmulo grande de dejetos jogados nas ruas do Bairro Inabi (Reprodução/NE10 Interior)

Moradores de Tamandaré, no litoral pernambucano, vem se queixando ultimamente da suposta ausência, há dias, de coleta de lixo, nos bairros da cidade. Fotos enviadas até a redação do NE10 Interior mostram o acúmulo grande de dejetos jogados nas ruas do Bairro Inabi. 

Até esta quinta-feira (31), o serviço de coleta estará sob a responsabilidade do governo Sérgio Hacker (PSB), que acabou sendo derrotado nas urnas pelo candidato da oposição Carrapicho, do Republicanos. Nas Eleições Municipais 2020, Hacker tentava a reeleição. 

Através de nota, a atual Prefeitura de Tamandaré, se posicionou que: "houve, nos últimos dias, um aumento considerável na demanda da limpeza urbana. Alguns proprietários visitantes não seguem o plano de coleta de lixo e acabam depositando no dia e horário inapropriados, causando transtorno para toda comunidade. A Secretaria de Infraestrutura explica ainda que está adequando o cronograma para atender as necessidades nos locais mais afetados".

Punições

De acordo com o especialista em Direito Público, João Américo, gestores públicos que deixarem de garantir serviços públicos estão passíveis de punições. "Eles podem sofrer ações de improbidade administrativa, haja vista que os serviços de coleta de lixo possuem contratos entre prefeituras e empresas terceirizadas ou existem os recolhimentos realizados pelas próprias gestões. A partir do momento em que há a suspensão do serviço, se caracteriza o desvio de verba".